Plebeus e escravos, mocinhos e mamães...tudo aqui se começa, tudo aqui se paga!
Andei por aí, vendo com que olhos me olhavam os outros de mim. Paga-se pouco para
deitar-se com pouca coisa. Nada de recompensas, nada de metafísicas, um pouco de jogo.
Demora-se a acreditar nos própios sentidos quando sentindo-se vazio, o homem deita. Recupera-se sonhos perdidos quando dorme, mas acorda mais confuso ainda. De todas as coisas que vi, ver não é a parte mais importante dos sentidos. Arranquei meus olhos com as mãos, para que meus olhos fossem sentidos além da visão. Nada de pressa, pra não comer cru. O cru do mundo me assusta, me cativa. O cru do mundo está tão perto de ser cozinhado. Ademais, música continua sendo insubstituível. Mas, o melhor da música, ainda é produto de alguma cozinha clandestina.