Túmulos
Festejo,
Aos fios do tecelão que ardem em versos
À mão unânime que toca o corpo
Armados pelas armas dos que amam
Dos que não me amaram
Aos que nunca amei
Aos gatos noturnos enciumados nos telhados
E à multidão daqueles dos que me odiaram
Ouço,
Uma lira urtida a tocar
Um toque de música de mosca
Debocho,
Teus hábitos freqüentados
Freqüentes
Os hábitos de padre
Ergo,
Levemente ergo a mão
Mãos embebidas em sangue
E ,aos
Pintados e pontiagudos vítreos que relaxam as dobras
Obras dos teus dedos
Falo do teu vestido roxo
Anexo ao bolso do terno xadrez do meu enterro
(onde guardo uma lágrima -ainda molhada)
Explodem os vidros risos que piamente achastes ter silenciado!
NOSSA.. ARREPIO...INTENSO DE PAZ ,MISTURADA COM EMOÇÃO E ADMIRAÇÃO...SIMPLESMENTE VOCÊ FAZ COM QUE TUDO AO REDOR SE PAREÇA PEQUENO,MAS AO MESMO TEMPO CADA PONTO CADA TRECHO CADA VÍRGULA TEM SEU LUGAR E SEU SENTIMENTO...
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